gosto do tempo que passo não vivendo minha vida. ponho minha alma em stand by, ponho minha mente a serviço do que me preza; a imaginação. vivo nas correntes de ar, nas melodias, nas palavras e no sono. o que me importa, na verdade, é a anestesia do corpo, a passagem do meu tempo, como se desejasse morrer, o que não é completamente verdade ou mentira.
gosto dos livros. absorvo as histórias de uma maneira tão frágil e pessoal que somente eu, capitão no mar da tempestade cerebral, posso mudar o rumo. não há pessoa ou coisa já vista que possa me livrar da minha loucura.
gosto também dos filmes, das músicas e dos poemas; os filmes me fazem ser outra pessoa, seja o personagem principal, o secundário ou o espectro de sentimentos envolvidos; as músicas me dão asas que levam ao topo do olimpo, de onde não se vê nada além das nuvens e do amor; os poemas são injeções de sentimento condensado (um golpe de hormônios que fere, mas que deixa uma afável cicatriz).
vivo em minha mente, e o corpo vai, em busca de nada que importa; a não ser do amor, a única parte da vida que não é humana.
gosto dos livros. absorvo as histórias de uma maneira tão frágil e pessoal que somente eu, capitão no mar da tempestade cerebral, posso mudar o rumo. não há pessoa ou coisa já vista que possa me livrar da minha loucura.
gosto também dos filmes, das músicas e dos poemas; os filmes me fazem ser outra pessoa, seja o personagem principal, o secundário ou o espectro de sentimentos envolvidos; as músicas me dão asas que levam ao topo do olimpo, de onde não se vê nada além das nuvens e do amor; os poemas são injeções de sentimento condensado (um golpe de hormônios que fere, mas que deixa uma afável cicatriz).
vivo em minha mente, e o corpo vai, em busca de nada que importa; a não ser do amor, a única parte da vida que não é humana.