<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar/9067734698202042301?origin\x3dhttp://nopowerbossa.blogspot.com', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>



sexta-feira, 2 de maio de 2008

gosto do tempo que passo não vivendo minha vida. ponho minha alma em stand by, ponho minha mente a serviço do que me preza; a imaginação. vivo nas correntes de ar, nas melodias, nas palavras e no sono. o que me importa, na verdade, é a anestesia do corpo, a passagem do meu tempo, como se desejasse morrer, o que não é completamente verdade ou mentira.
gosto dos livros. absorvo as histórias de uma maneira tão frágil e pessoal que somente eu, capitão no mar da tempestade cerebral, posso mudar o rumo. não há pessoa ou coisa já vista que possa me livrar da minha loucura.
gosto também dos filmes, das músicas e dos poemas; os filmes me fazem ser outra pessoa, seja o personagem principal, o secundário ou o espectro de sentimentos envolvidos; as músicas me dão asas que levam ao topo do olimpo, de onde não se vê nada além das nuvens e do amor; os poemas são injeções de sentimento condensado (um golpe de hormônios que fere, mas que deixa uma afável cicatriz).
vivo em minha mente, e o corpo vai, em busca de nada que importa; a não ser do amor, a única parte da vida que não é humana.