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domingo, 13 de abril de 2008

será que é muito Bandeira?

como vai a vida?
indo. sempre sou mais um homem, mais humano, mais um fraco, sempre. sou mais um braço, mais um corpo, mais um grito, sempre. longe da arquitetura, longe dos amigos, longe da vontade de estar com os amigos, sejam daqui, sejam de lá. muita música portuguesa e japonesa, muito livro estranho passando pelos olhos e muita vontade de voltar a escrever.
parece que quando uma pessoa ou algo importante some, eu perco o jeito de moldar os sentimentos ou as impressões que tinha sobre tal coisa. sim, pra sempre ficam as músicas, os perfumes e as imagens, mas nunca a alma.
"porque os corpos se entendem, mas as almas, não."